sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Análise - OITO ODIADOS


Sinopse

Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.


Resenha

Inicialmente com tantos mistérios e segredos, sem saber quem é quem, fica-se a dúvida de quem fala a verdade ou não.
John (Kurt Russell), com seus picos de humor mostrava-se durão e decidido, com momentos cômicos ao transportar sua prisioneira, quando não estava cuidando dela a agredia por alguma insolência de sua parte.
Daisy (Jennifer Jason Leigh), foi uma das personagens mais simbólicas do filme. Com toda sua energia, corpo e facetas, gerava uma elevação na obra. Com o desenrolar da história foi perdendo essas características, já que a mesma passou a ter muitas falas. Talvez fosse melhor que ela não tivesse, pois perdeu toda magia que criou na tela.
Marquis (Samuel L. Jackson), um caçador de recompensa, que era julgado o tempo todo pela sua cor, mas ele não se deixava influenciar por comentários maldosos e vivia com um sarcasmo a quem ele não tinha afeto.
Chris (Walton Goggins), o xerife, um rapaz que talvez só quisesse provar a si mesmo algo.
Durante a trama é uma surpresa atrás da outra, com mortes, brigas e muito sangue (Estilo – TARANTINO), onde todos ali tinham uma relação com o outro de alguma forma, mas sem todos saberem.
Outra surpresa foi a trilha sonora, Ennio Morricone, desenvolveu um excelente trabalho, um misto de nostalgia com frenesi. 


O que mais gostei desse filme é por não ter herói e vilão, todos tem seu momento de explosão, chamaremos assim, como também todos tem seu momento de se dar mal. Típico de Quentin Tarantino.
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