segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Bucólico



Que nessa escuridão, sem a luz do sol negro...
Permaneça e por muitos invernos, seja negritude a alma.
Que a cada dia que tentei me trazer o bem para os dias, que se queimem com seu próprio senso comum!
Oh! Gloriosa pele inerte de seus dias mais terríveis.
Maldição! Implantaram sobre minha respiração, o mal que abateu, me faz o mais emocionado dos seres nascido da mulher,
Que me ofendas como quaisquer palavras, que sua decepção seja meu regozijo!
Que faleça nessa maldita alegria provisória, enquanto passos meus dias assim...
E a tortura que me sacia de desejos perversos cheio de rancor e ódio,

Clamo neste instante, as energias ignorados pelo tolos, que não sabem aproveitar o ruim como forma de prazer.
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