quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cala-te! Não me falas do quão sujo está este banheiro

Banheiro Açai Campo Limpo


Esta é a causa, minha alma. Oh! Esta é a causa! Não vo-la nomearei, castas estrelas! Esta é a causa! 
Não quero sentir cheiro, nem necessidade de entrar ali, a epiderme ainda mais resistente do que qualquer outra coisa não suportaria tal recinto. Mas é fatal que se torne um ambiente tóxico; do contrário, virá ainda a enganar mais outras mulheres. Limpe o banheiro! 
Depois... Limpe o banheiro! Se tu limpar, casa do Açaí, poderei restituir-te a um ambiente limpo. Mas extinta que seja tua limpeza, ó tu, modelo primoroso da excelsa natureza! de onde o fogo trazer de Prometeu, para dar nova limpeza em teu banheiro? Se manter este ambiente assim, sujo, com odor de causar enxaqueca nem tua cozinha se manterá higiênica com a infestação de horrores que teu banheiro tem, é-me impossível entrar para usar, um banheiro que os bichos já invadiram. Formigas do tamanho de tua mão. Vou aspirá-la no próprio vaso. Falais em matar? Sim, é isso mesmo.
 É o que teu banheiro causa para minhas narinas e meu corpo. Que a piedade de tanta preguiça seja concedida com um novo banheiro, pois este já está interditado.

 Ai de mim! Fui presenciar tal sujeira e estou perdida! É muito tarde para procurar outro banheiro, terei que usá-lo . 
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