quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Que acabem com os banheiros sujos

Banheiro do Habibs 


A noite, antes de ir para o conforto do meu lar, uma fome e vontade de comer algo, fui no habibs do centro. Sentei fiz meu pedido e claro como sempre fui ao banheiro que se soubesse que estivera assim não entraria, muito sujo com um cheiro de sufocar. Não esperava, fora de lá estava tudo tão limpo e organizado que me espantei por isso ele foi escolhido.

Se todos os banheiros sujos acabassem assim que fosse feito, então era bom que fosse feito rápido. Se as merdas pudessem confundir os fios da limpeza, e alcançar, quando a vida dele cessasse, o sucesso, só esse momento podia ser tudo e o fim de tudo. Mas aqui, no Habibs do centro de São Paulo do tempo que parece não ser visitado, corremos o risco de o fôlego perdermos para o que há depois das necessidades saciadas perder o apetite de tanta nojeira.

E nesses casos ainda temos aqui o julgamento de pessoas porcas que nem a capacidade de descarga pode dar. As ordens sangrentas, quando são seguidas, voltam como uma praga para quem as deu. Para manter o equilíbrio da balança da justiça, a mão conduz  a porra do dedo para o botão que suga toda sua imundice.


Além disso, o individuo sem consideração exerce seus poderes com tanta porqueira que, tem sido tão impuro em seu grandioso trono, que suas fezes e papel vão entupir sua vida como a gordura entope as artérias, com seu comportamento hediondo para ação de seu extermínio. E a piedade, como um recém-nascido nu, galopando uma rajada de vento, Que soprem o ato horrendo em todos os seres sem noção que deixam um ambiente nesse estado. Olhos e as lágrimas afogarão o vento com tanto odor e tristeza em ter que utilizar algo tão grotesco. Não tenho mas nem fome depois de entrar ali, é só a minha vontade de sair correndo, o aperto é grande demais então usar antes de desmaiar.
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