sábado, 19 de novembro de 2016

Uma Guerreira que Sempre Brilhará

Profissional Alana Mesquita



Uma mulher determinada, forte, resiliente e blá blá blá ops e muito, muito mais....
Iniciou seu estudo jovem, mas já sabia que era isso que queria para sua vida, logo seu desenvolvimento ampliou e amadureceu em uma bela mulher.
Em 2001 para ser mais exato começou com a dança do ventre (10 anos de idade) no espaço de Dança Lucimara Lima.
Em 2003 o ballet clássico tornou parte de sua vida e em 2005 a dança de salão.
Entre idas e vindas com seu esforço e persistência e sempre se superar já pensou em desistir, mas sua mãe que sempre esteve ao seu lado com suas sábias palavras iluminou seus olhos para seu amor verdadeiro.

Com oportunidades de se tornar professora (2005), e de dançar para fora do país e se ampliar como profissional.
 
“Após a minha saída dessa escola, comecei a trilhar meus passos dando o aula em outros locais, a levar minhas ‘bellyfilhas’ em festivais e concursos (pois isso era um sonho meu), a estudar e a me desafiar mais, pois lidar com o corpo humano é estudo sempre! Amo isso e o que faço!”


Alana mesquita sempre se mostrou excepcional em tudo que se propõem a fazer com muita humildade, se permitindo aprender e ensinar.

Mesmo diante das dificuldades diante do mundo em que vivemos, onde a arte já não é valorizada, se sente até hoje realizada e sabe que é isso que quer fazer, e hoje luta para conquistar seu espaço e expandir cada vez mais seu trabalho.

Quem a conhece ou já teve a oportunidade de vê-la dançar entra em uma espécie de transe, pois sua dança se torna ao tão pura cheia de emoções que aparente estar flutuando. Em suas palavras é como se ela adquirisse um poder invisível, eu já vejo como toda sua energia exposta no recinto em que está dançando.  

Além se sua brilhante carreira como dançarina Alana Mesquita não se acomoda. Fez Bacharel em Educação Física e já engatou uma pós que logo mais encerra também.
Viciada em estudos sempre deseja mais e mais, e como um sonho de um ser autônomo é viver disso sem passar fome.

Uma pessoa grata pelo que tem. Acredita e admira a persistência/garra e tenta levar isso para/na sua vida diariamente. Considero-se rígida e ‘chata’ em sua conduta profissional e pessoal, mas seu coração é inversamente proporcional a essa rigidez.  Acredita no poder que a disciplina e respeito à hierarquia nos dá para evoluir.

“Sonho em ver minhas alunas (os) satisfeitas e felizes com meu trabalho sempre, pois trabalho com pessoas e me encanta suas peculiaridades. Minha luta é enfrentar os monstros que aparecem invisíveis e visíveis com sabedoria e discernimento!”


Alana espera que as pessoas tenham empatia ao passar, permanecer e sair de sua vida e que essa passagem não seja em vão, mas sim uma boa aprendizagem
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