quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Banheiro Público – Biblioteca Campo Limpo


Aquele momento em que resolve fazer umas pesquisar a moda antiga, em plena semana sem muita movimentação, o que presenciei foi um banheiro decadente no sentido de o cheiro era como se um cano estivesse estourado ou algo assim, o vaso sanitário era como se homens usassem de tanta urina pra fora, a pia então prefiro nem lembrar, até fios de cabelo encontrei. Se puder escolher não volto mais lá.

Escrevi que ele estava decadente, mas escrevi fatos reais, pois lugar que és limpo não permitiria em plena semana de pouco movimento chagasse a esse ponto.

Banheiro Maravilhosamente espaçoso, é o que vos digo. Mas desta forma de nada vale. Aproxima-te, senhor. Uma palavrinha a ouvido: digo-vs, senhor que sois tido na inutilidade desse cargo.

Afirmo-vos, senhor que não o somos tão porcos ao ponto de virar este recinto essa imundice que lhe mostro, atente-se que isso é resultado de dias sem limpeza apropriada.
Silencio caramba, por obséquio. Não me agrada as tuas desculpas, posso asseverar-te.
Isso tudo, amigo, é mais do que podeis negar. O banheiro apodreceu lentamente; Foi abandonada  injustamente, tendo morrido de tanto acumulo de bactérias.

Se continuardes sempre desse modo, acabareis matando-vos por contaminação. Sensato não é ficar do lado de fora, mas sim manter limpo para não ter que fugir de lá 
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