quinta-feira, 9 de março de 2017

Banheiro Público – Centro de Umbanda Campo Limpo


Em uma sexta feira chuvosa, vou para um centro de Umbanda perto de casa e claro que não poderia deixar de ir ao banheiro deles para conhecer melhor seu espaço, o que vi foi fantástico um banheiro pequeno, mas muito intimista e convidativo para se sentar, limpo embora com paredes manchadas talvez pelo excesso de cândida ou algo assim.

Tão cedo? Pergunto por que tão tarde. O banheiro já liberou; abriu a porta, de tanto esperar entrei, o sanitário é a poltrona me deu de intenso alívio; 

Tanto me fez sofrer, me fez perder o viço. É certo; que agora tudo valeu a pena; se não por que não pára de sorrir? Disse que uma poltrona m daria, bem o sabes. Contudo, eu preferiria que houvesse aquecido esse momento em troca de comigo estar contente. Desta arte fiel ficarei ao sanitário. Sei que as mais belas jóias, sem defeito, com o uso o encanto perdem, assim como  banheiro que com o uso tudo se perde. O próprio ouro se desgasta, em prejuízo do tesouro. Assim dos banheiros  impolutos nome a reiterada tentação . Já que a tua beleza neste noite de muito me agrada, vou usá-lo tanto, até vir a ser nada.

O banheiro que ao qual tinha dado se acha na hospedaria do meu ser, tendo saído cuidadoso para não abandonar, eu não podia ter falado depois da hora em que nos separamos no centro. Mas ei-lo de voltar, então já mais calmo vosso humor repetir a dose e novamente usá-lo.

Não vos usei há meia hora? Vosso ser o quer novamente. Então está louco para usar depois de muitos entrarem, pois já não és o mesmo que antes foi de muito regozijo.

Agora mesmo, aqui, há meia hora, ainda zombas de mim na minha frente? Pensas que é brincadeira? Não usarei mais por esta noite.
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