terça-feira, 2 de maio de 2017

HILARION O VIAJANTE PARTE 1 DE 2




Quando chegou aos 20 anos nosso garoto, deixou sua casa sumindo pela sociedade. Nesta trajetória usou como a base, liberdade física e alegria da alma. Permaneceu no anonimato por 10 anos. Seu coração mudou, sabia que se morresse naquele momento sua vida poderia eternizar. Sua natureza adentrou ao bem - estar, seus clamores era tudo que estava bem e daria certo. Ao amanhecer, resolveu voltar. Já era hora de voltar!
Queria transmitir o que tinha encontrado na sua jornada aos familiares e amigos. Demasiadamente precisa dizer sobre os processos de sua riqueza mental. Suas mãos se estendiam diante de seus olhos. Para encontrar tamanho conhecimento, nosso homem desceu nas profundidades de sua alma, mergulhou no além – mar de seus desejos para trazer está luz. Sumiu sozinho e voltou da mesma maneira no silêncio da crueldade humana.
Durante a volta, não queria parar em nenhum lugar.  Só que neste caminho, encontrou uma senhora sentada na esquina da rua que passava. Curioso o homem se aproximou dela.
– O que está acontecendo senhora?
Ela levanta sua cabeça, seu olhar era puro e sua boca destilava veneno. Disse ao viajante que estava oca, apodrecendo, espera apenas o ato final de sua vida... A morte!
– Danço a música do inferno, meu jovem.
Nosso viajante sem entender muito, resolve então sentar ao lado dela. Poderia perder alguns minutos.
– Viver na solidão é muito difícil. Caminhar no mar morto de suas ações é conviver com espectros. Mas aprendi nestes dez anos de buscas, que o ideal é amar o ser humano!
Ela bruscamente não tem controle e começa a rir.
– Encontrei alguém mais louco do que eu...
Não se abatendo, com aquela situação, ele persiste: – Tudo que está na mente de um ser humano pode acreditar, ele pode alcançar. Se a senhora se sentir emocionalmente vazia, vazia sempre será. Haverá este buraco querendo rasgar todo seu corpo. Exatamente desta maneira. Isso que a senhora está sentindo é poderoso e mágico. A perfeição do pensamento carrega seu corpo.
Constrangida pelo momento resolve apenas fazer uma pergunta.
– Por que isso ocorre comigo? Sentir-me-ei sempre na solidão?
– Não! Enfaticamente o rapaz fala.
– O desafio que a senhora tem que percorrer é de se presentear diariamente com cada momento, cada conversa, tudo que aparecer em sua frente, sugue, transforme suas ações em relacionamentos sérios. Traga sua vida de volta para terra, se desafie, compartilhe sua vida com outras pessoas. Isso vai encantar seu coração, e ser o reflexo de sua alma.
Ao terminar, levanta-se, teria que continuar seu destino.
– Bem, agora tenho que seguir. Foi um prazer conhecer a senhora.
Ao sair olhou para trás e viu que a senhora, de certa maneira o agradecia. Continuou sua jornada. Próximo de seu desfecho encontrou um amigo. Alguém que ele tinha um carinho enorme. Mas antes dele se aproximar, seu amigo o reconheceu.
– Não acredito! Pasmado pela imagem de rever seu amigo.

– É você mesmo?  Hilarion?!
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