quarta-feira, 10 de maio de 2017

Resenha - A Cor do Paraíso



O fato que fica em evidencia é entre pai e filho, como um se sente em relação ao outro, e podemos fazer um comparativo com a relação do Mohammad (personagem principal) com a família.

O pai entra em confronto com doi problemas, como continuar mantendo o filho em uma escola para cegos e como se casar novamente, que na visão dele, Mohammad seria um problema. Faz de tudo para afastar o filho de sua vida, que a meu ver ele o considerava como um "castigo de Deus". 

Mas Mohammad mostra um amor incondicional pelo pai, e um grande respeito sem contrair sua decisão.

Sua sensibilidade para fazer as coisas e a capacidade de ação e percepção fica visível no decorrer das cenas.

Uma criança dócil, inteligente e hábil tem a atenção das irmãs e da avó que o queriam sempre por perto.

Uma parte que marcou e que é interessante de se comentar, no momento em que Mohammad vai para casa do marceneiro, que também é cego, por ordens do pai, a avó sai de casa mostrando um sinal de angustia e revolta, entrando em contradição com suas emoções.

Este filme trabalha muito as emoções e sensações de ambos lados. Uma história envolvente e para quem ver consegue enxergar essas relações com cada personagem e como cada um toma pra si cada situação.
  
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