quarta-feira, 31 de maio de 2017

Resenha Milagre de Anne Sullivan



No filme O milagre de Anne Sullivan, uma professora que tenta fazer com que a garota, Helen Keller, se adapte e compreenda pelo menos um pouco as coisas que a cercam, pelo fato de ser cega e surda.

Um trabalho um tanto árduo, onde Sullivan enfrenta não apenas as resistências que Helen expõem, por não terem um vinculo afetivo que contribua para o trabalho, como também a descrença do pai que dificulta o desenvolvimento e a submissão da mãe perante seu marido.

O diretor Arthur Penn, transparece neste filme o preconceito em relação as limitações de Keller e a relação da família nesse processo que se mostra um tanto doloroso de se adaptar.

Keller é uma menina que nasceu cega e surda, com isso também não desenvolveu a fala. Sem poder se comunicar com ninguém se torna só no mundo, tendo a aprovação de todos para tudo.

Quando Sullivan surge em sua vida, Keller transparece uma agressividade e desgosto pela professora, uma vez que Sullivan passa a desaprovar alguns comportamentos surgindo até agressões físicas por parte das duas.

Sullivan percebe que a família não passa limites para menina até pela falta de conhecimento em lidar com pessoas desse porte.

Depois de meses passa a desacreditar de suas competências por não enxergar as evoluções de Keller. No entanto esforça-se para ajudar Keller.

Quando percebe que tudo que a criança desenvolve a família desconstroem, Sullivan se isola com Keller em um lugar desconhecido, onde a menina passa a depender dela para tudo. A partir daí nota-se uma melhora e compreensão de Keller.

Como o Pai de Keller que até então não aceita e não acredita que uma mulher como Sullivan possa “curar” sua filha, exigi prazos e meios próprios que ele acredita ser o melhor, desaprovando os métodos da professora.

A mãe que joga todas suas esperanças em Sullivan, não suporta vê sua filha sofrer durante esse processo desconstruindo tudo que a professora trabalha.


Nota-se um pensamento conjunto da família, que pensa que uma criança como Keller jamais entenderá as coisas do mundo e viverá o resto de sua vida como um animal, até presenciarem mudanças e comportamentos diferenciados e até a pronuncia da palavra Água.
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