segunda-feira, 5 de junho de 2017

CARVÃO DA POESIA





Vou desenhar com Carvão,
A sua cor, o seu realce vai mostrar quem sou!
Sou um ponto perdido no infinito, no seu infinito.
Minhas faces mascaradas se perdem dentro do meu vazio,

Quero ser salvo. Não, não quero ser salvo. Quero algo de alguém.
Vou desenhar com Carvão,
criar traços com estilo, como veias presas entupindo o coração.
Estou sujo pelo Carvão,
estou imundo por dentro e por fora...
Não sei. Não sei. Quero escrever.

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial

0 comentários:

Postar um comentário